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Primeira Chave

Quanto guardar por mês para a entrada

Informe o valor da entrada, quanto já juntou, em quantos meses quer chegar e o rendimento esperado. A calculadora mostra o depósito mensal e quanto sai do seu bolso.

Quanto guardar por mêsR$ 0
Total que você vai depositarR$ 0
Parte que vem do rendimentoR$ 0

Medida aproximada. O resultado depende só dos números que você informou. Não é proposta de banco nem projeção de produto, não considera imposto, inflação ou tarifas, e não é recomendação de crédito ou de investimento.

A conta por trás do resultado

Comece pelo que você já tem separado para a casa. Esse dinheiro rende mês a mês pela taxa que você informar, e a calculadora vê quanto ele vai valer no fim do prazo. O que faltar até a meta é coberto por um depósito mensal fixo, que também rende pela mesma taxa e entra no fim de cada mês. Se você digitar uma taxa anual, ela vira a taxa mensal equivalente: (1 + taxa anual) elevado a 1/12, menos 1.

A taxa é um palpite seu, não a promessa de alguma aplicação. Prefira um número modesto e confira o que o lugar onde o dinheiro está paga de verdade. Muitas aplicações acompanham a Selic, que o Banco Central divulga.

O que pôr como meta

A entrada sozinha não fecha a compra. Some à meta o ITBI, a escritura e o registro, que costumam ser pagos à parte e na hora, e um pouco para mudança e pequenos reparos. Se você tem saldo de FGTS e pode usá-lo, ele reduz o valor que precisa sair da poupança: desconte da meta só o que tiver certeza de poder usar.

Lendo o resultado

  • Depósito alto demais para o seu mês? Teste um prazo maior ou divida o caminho em etapas, por exemplo, primeiro os custos de cartório, depois a entrada.
  • O resultado mostra a conta com e sem rendimento. Em um ou dois anos, quase todo o dinheiro vem do seu bolso; os juros só pesam em prazos longos.
  • Dinheiro da entrada tem data. Deixe em aplicação que dê para resgatar no dia da assinatura sem perder valor.

O que fica de fora

  • Imposto de Renda e IOF sobre o rendimento, que dependem da aplicação e do tempo.
  • Inflação e alta do preço dos imóveis: a entrada de hoje pode precisar ser maior quando você chegar lá.
  • Mudança da taxa no meio do caminho.
  • Meses em que não sobrar nada para depositar.