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Primeira Chave

Quanto o dinheiro da entrada pode crescer

Informe quanto já tem guardado para a casa, o depósito mensal, a taxa e o prazo. A tabela mostra, ano a ano, o que saiu do seu bolso e o que veio dos juros.

Saldo ao final do prazoR$ 0
Total que você colocouR$ 0
Juros acumuladosR$ 0
AnoAportes acumuladosJuros acumuladosSaldo

Medida aproximada. O resultado depende só dos números que você informou. Não é proposta de banco nem projeção de produto, não considera imposto, inflação ou tarifas, e não é recomendação de crédito ou de investimento.

A conta por trás do resultado

Todo mês o saldo é multiplicado por (1 + taxa mensal) e, em seguida, recebe o depósito. Se a taxa digitada for anual, ela é convertida para a mensal equivalente: (1 + taxa anual) elevado a 1/12, menos 1. O depósito entra no fim de cada mês.

A tabela separa, ano a ano, duas partes do saldo: o total que você depositou e o que nasceu dos juros sobre juros. A segunda parte começa pequena e acelera com o tempo, por isso alongar o prazo mais do que dobra o resultado quando você dobra os anos.

Por que isso importa para quem vai comprar

Os mesmos juros compostos que fazem a reserva da entrada crescer trabalham contra você no financiamento, em escala muito maior: uma dívida de 30 anos acumula juros sobre o saldo devedor todo mês. Usar esta calculadora com a taxa do seu contrato ajuda a sentir esse peso e entender por que amortizar cedo e comparar o custo efetivo total faz diferença.

Um exemplo hipotético: quem guarda R$ 400 por mês durante três anos vê que a maior parte do saldo final é depósito. É o esforço do mês, mais do que o rendimento, que fecha a entrada em prazos curtos.

O que fica de fora

  • Imposto de Renda sobre o rendimento, que varia com a aplicação e o prazo.
  • Inflação: o saldo do futuro compra menos do que o mesmo valor hoje, e o preço do imóvel também sobe.
  • Taxas de administração, custódia ou corretagem.
  • Taxa que muda com o tempo. A conta usa uma taxa fixa, o que é uma simplificação.